Brincar de Médico



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Ola, meu nome é Renato, tenho 50 anos, e vou contar minhas aventuras de quando eu tinha 15 anos.

Minha mãe era madrinha de uma menina, que nesta época tinha somente 12 anos, o nome dela era Cristina, uma menininha não muito gostosa, mas era muito safada. Ela morava com a avó dela, mas como essa avó vivia doente, sempre internada, então a Cristina passava dias, até semanas morando lá em casa, e essas passadas com ela, as safadezas com ela eram enormes. Ela nunca deixou eu comer nem sequer passar a mão na bucetinha dela, agora de resto ei fazia com ela, beijava, chupava os seios dela, enfiava o dedo no cu dela, acariciava aquele corpo inteiro e muitas vezes gozava na cara ou na barriguinha dela.

Como ela vivia muito em minha casa, as vizinhas acabaram ficando amigas dela, e de todas as vizinhas tinha uma, com 13 anos, chamada Silvana. Menina deliciosa, com seios acima do tamanho pela pouca idade, tinha um corpo que eu tinha vontade de meter por horas, principalmente a bunda dela, que era enorme.

Elas brincavam muito de esconde-esconde, “mae-da-rua”, bola entre outras brincadeiras que já não me interessavam mais. Sempre a Cristina pedia pra vir brincar com elas, mas o que eu queria mesmo era brincar de outras coisas, e aí que tudo aconteceu.

Numas das solicitações para brincadeiras, a Cristina pediu eu inventar uma nova brincadeira, e na lata disse: VAMOS BRINCAR DE MEDICO. A Cristina sacou o que eu estava querendo, enquanto as outras meninas estavam interessadas em saber que tipo de brincadeira era essa, e a Cristina tratou de explicar como seria. Disse que uma pessoa seria escolhida como médico e a uma outra pessoa seria escolhida como paciente, então o médico teria que examinar o paciente. Eram 3 garotas, eu e mais um garoto, que parecia ser um gayzinho que não saiu do armário.

Pra deixar a coisa mais interessante, a Cristina disse que já tinha brincado comigo e que inicialmente, eu seria o medico e ela, uma enfermeira, e que eu atenderia todos antes de começar a trocar os papeis. As meninas toparam, apesar de ficarem um pouco receosas.

Como estávamos sozinhos em casa (minha mão tinha saído e voltaria tarde), todos entraram em casa e ficaram na sala de espera, ou seja, minha sala. Nisso eu comecei a pegar meus instrumentos de trabalho (luva, óleo de cozinha e papel higiênico) e levei para meu consultório, ou melhor, meu quarto.

Combinei com a Cristina que não iria tirar a virgindade de ninguém, mas que todas, inclusive o viadinho, iriam levar dedadas no cu, fora outros exames mais profundos na buceta, seios, etc. A safada da Cristina estava num misto de ansiedade e tesão.

Primeiro paciente, Carla, uma gordinha sem nenhum tesão por ela, mas que levaria uma dedada legal. Fiz a menina tirar a roupa, e meio timidamente, tirou ficando só de calcinha, e a Cristina a ajudou tirando a calcinha, dizendo que tinha que ficar totalmente nu. Pedi pra Cristina colocar uma toalha na cara da Carla pra não ficar vendo o que eu faria, enquanto eu caia de boca na buceta da menina, chupava muito, e ela meio incomodada, queria levantar, mas a Cristina não deixava. Como a menina não tinha praticamente seios, coloquei uma luva, daquelas de limpeza, passei óleo de cozinha e comecei a enfiar o dedo no cu dela. Carla estava desconfortável no começo, mas depois começou a se acostumar gostar e poucos minutos depois seu corpo estremeceu todo e a menina gozou gostoso. A Cristina a limpou, e perguntei se tinha gostado? Ela disse que não sabia o que houve, mas adorou e que queria ser paciente novamente, não medica.

Segundo paciente, o viadinho do Andre, nele não fiz nada, além de coloca-lo de quatro e começar a deda-lo, comecei com um dedo, e quando estava se acostumando, eu tirava o dedo, limpava, passava mais óleo e começava a enfiar dois dedos, sempre tirando e limpando. quando já estava com 3 dedos, o cu do viado já estava bem larguinho, limpinho e o danado não parava de gemer, foi quando tirei minha piroca e comecei a fuder o viadinho, comecei devagar mas quando estava quase terminando, eu tava bombando forte. Não quis gozar, queria deixar pra minha Silvana, que seria a próxima.

Terceira paciente, a deliciosa Silvana. Ela inicialmente não queria tirar o sutiã, mas insistimos que a brincadeira seria assim e que todos ficaram pelados. Mas uma vez fiz a Cristina colocar a toalha na cara da Silvana, enquanto comecei a chupar aquela buceta deliciosa. Com a Silvana fiz mais que a Carla, passeei por sua barriguinha até chegar naqueles seios deliciosos. Pedi pra Cristina me ajudar, e a vadia não perdeu tempo, enquanto eu chupava um seio, a Cristina chupava outro, até que deixei os seios e fui pra boca. Quando tentei beija-la, ela virou a cara, então disse que por ter os seios grandes, precisava analisar, e a melhor maneira era beija-la (como as menininhas do começo dos anos 80 eram inocentes). Ela então voltou a cabeça para posição normal, e enquanto eu a beijava, acariciava sua buceta, enquanto a Cristina se deliciava nos seios dela.

Estava na hora da Silvana levar uma dedada no cu, e se essa deixasse, uma rola. Fiz ela deitar de bruços na cama, mostrando toda sua bunda maravilhosa pra mim. a Cristina queria participar da brincadeira, e tirou a roupa, e se sentou em frente à Silvana, fazendo com que a menina beijasse e chupasse a buceta da Cristina. A Silvana com medo, acabou fazendo, enquanto eu começava o ritual de abertura e limpeza do cu da Silvana. Quando já estava com 3 dedos e bem limpinho, disse pra Cristina segurar porque teria que fazer uma intervenção mais profunda na Silvana, e lá fui eu, subir em cima da Silvana e meter rola no cu, enquanto a Cristina a obrigava a chupar sua buceta.

Nossa, que cu maravilhoso, apertadinho, ela apertava meu pinto com aquele cu rosinha e delicioso. Assim como a Carla, ela ficou incomodada no começo mas depois se acostumou e estava até gostando. Olhava pra carinha da Cristina, e ela estava até virando os olhos, e me disse que já tinha gozado uma vez e que a Silvana estava tomando o remedinho, e eu lá atrás, metendo rola no cu da minha paciente. A vontade era virá-la de frente e meter fundo naquela buceta, mas não poderia fazer aquilo, então numa explosão de hormônios, gozei muito naquele cu, onde conforme fui gozando, fui tirando o pinto, deixando aquele buraco cheio de porra. Tirei o pinto e levantei, e a Silvana continuava a chupar a buceta da Cristina, que me disse que já tinha gozado pela segunda vez.

Perguntei pra Silvana, se ela não queria ser a enfermeira da vez, porque a próxima seria a Cristina, e ela alegremente aceitou. Puxei a Cristina pra ponta da cama e comecei a chupar aquela bucetinha que ela nunca tinha deixado chupar, e enquanto isso a Silvana brincava com os seios da minha nova paciente. Acabamos repetindo tudo que aconteceu com a Silvana, só que desta vez, ela estava sentada, a Cristina chupava sua buceta e eu estava lá, bombando naquele cu, que já tinha enfiado os dedos algumas vezes, mas nunca o pinto.

Só que com a Cristina seria diferente, eu queria a buceta dela, e a virei de barriga pra cima e fiz a Silvana sentar na cara dela pra que terminasse de chupa-la, e com a buceta exposta a mim, comecei a pincelar com minha rola. Cristina sabendo que ia levar pinto queria levantar mas a Silvana não a deixava, e calmamente fui enfiando minha rola naquela buceta, que eu tanto queria. No começo a Cristina estava meio nervosa, se debatendo até que foi se acalmando. A Silvana saiu de cima dela e ficou assistindo eu metendo na buceta da sua amiga.

Silvana perguntou pra amiga se estava gostando e Cristina respondeu entre muitos gemidos, que estava delicioso, e que era pra eu não parar e meter mais forte. Depois de um tempo assistindo, Silvana disse que queria também levar na buceta, e não deixei ela esperando, pedi pra ficar em cima na Cristina, e naquela posição tinha a visão da buceta da Cristina, e a Buceta e cu da Silvana. Fiquei revezando os buracos, enquanto as duas se beijavam loucamente.

Não aguentando mais, acabei gozando dentro da buceta da Silvana. as duas? não paravam de se beijar, e continuaram a se beijar e a se chupar por mais alguns minutos.

Naquele dia, fiz a felicidade de uma gordinha que não tinha beijado na vida, tomando uma dedada no cu e gozando, fiz um viadinho sair do armário e duas meninas descobrirem que eram bi-sexuais, porque depois daquele dia, tive de examinar minhas pacientes varias vezes.